FÍSICA SEM EDUCAÇÃO
A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Então, Sociedade Brasileira de Física?
Em resposta ao comentário postado na edição anterior. A professora doutora Maria Cristina Abdalla deixou a resposta e promete que a coisa ainda vai longe:
..."a nota da Comissão de Gênero não é completa. Que ele aguarde porque há documentos que não são públicos ainda. A SBF reúne em 17/12 diretoria e conselho para discutir o "affair Loreal" . A Profa. Alinka também pediu esclarecimentos sobre quem a nomeou e enviou o dossier incompleto dela. Vamos aguardar.
..." ainda que na nota a SBF, vergonhosamente, não cita nomes mas foi o vice-presidente Ronald Shellard que aprovou o texto da secretaria da SBF para ser enviado à Comissão de Gênero para indicar uma candidata ao premio Loreal. Tenho os e-mails que comprovam isso. A informação de que entidades jurídicas não podem nomear surgiu bem depois quando a SBF optou por tirar o corpo fora. Nem a Comissão de Gênero poderia nomear porque também não é pessoa física. Quem nomeou a Profa. Alinka enviando dossiê incompleto foi, de fato, a mocinha que ganhou o premio.
Bom, Sociedade Brasileira de Física, depois de tudo o que passamos pela nossa política, achei que fossem mais sérios e assim como a professora doutora aguarda sua resposta eu também aguardarei ansiosamente e também todos aqueles que ficaram indignados com o que aconteceu. E que, por favor, divulgue o nome de todos os indicados e justifique todos que votaram na ganhadora do prêmio L'Oreal Paris. Estaremos de olho!
..."a nota da Comissão de Gênero não é completa. Que ele aguarde porque há documentos que não são públicos ainda. A SBF reúne em 17/12 diretoria e conselho para discutir o "affair Loreal" . A Profa. Alinka também pediu esclarecimentos sobre quem a nomeou e enviou o dossier incompleto dela. Vamos aguardar.
..." ainda que na nota a SBF, vergonhosamente, não cita nomes mas foi o vice-presidente Ronald Shellard que aprovou o texto da secretaria da SBF para ser enviado à Comissão de Gênero para indicar uma candidata ao premio Loreal. Tenho os e-mails que comprovam isso. A informação de que entidades jurídicas não podem nomear surgiu bem depois quando a SBF optou por tirar o corpo fora. Nem a Comissão de Gênero poderia nomear porque também não é pessoa física. Quem nomeou a Profa. Alinka enviando dossiê incompleto foi, de fato, a mocinha que ganhou o premio.
Bom, Sociedade Brasileira de Física, depois de tudo o que passamos pela nossa política, achei que fossem mais sérios e assim como a professora doutora aguarda sua resposta eu também aguardarei ansiosamente e também todos aqueles que ficaram indignados com o que aconteceu. E que, por favor, divulgue o nome de todos os indicados e justifique todos que votaram na ganhadora do prêmio L'Oreal Paris. Estaremos de olho!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Os “feios” que me desculpem, mas... ética é fundamental. Concorda Sociedade Brasileira de Física?
Como disse Vinícius
de Moraes, só que a sua frase é outra: “As feias que me desculpem, mas beleza é
fundamental”. Então, adaptando sua frase, digo que os “feios” são no sentido de
ter ética e caráter. Fico indignada com certas posturas. Como se não bastasse a
falta de ética, descrita no Blog de Luis Nassif, por parte de nossos políticos e de nossa imprensa temos também a falta de
ética científica. Claro que sempre que lidamos com o ser humano estamos lidando
com várias diferenças de crenças, políticas e, inclusive, caráter.
Após o esclarecimento da professora eu fiquei
duplamente indignada. Uma por ela ter-se demitido (carta de demissão), e, mais ainda, a
Sociedade Brasileira de Física não poder mais contar com a participação e
colaboração dela. Ao conversarmos, ela me passou a história que me indignou,
pois, na minha ingenuidade, acreditei que a SBF fosse um órgão sério e ético,
principalmente no que diz respeito a um dos prêmios mais requisitados no meio
da física, que é o Prêmio
Fiquei pensando o que
justificaria que uma professora de admirável reputação e reconhecimento, como é
o caso da professora Maria Cristina Abdalla, fosse levada a pedir demissão de
uma das sociedades que eu julgava ser ética e séria.
A omissão e a falta de
ética da SBF me deixaram indignada, assim como a muitos que conheceram e
participaram dessa história e espero, encarecidamente, que a SBF não se omita
mais e tome uma posição digna e justa com relação a isso. Agora, resta-nos
esperar a posição da SBF e gostaria que não tardasse muito, visto que já era
para terem sido tomadas as devidas providências.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Violência não se combate com violência. Quem SERÁ que ainda pensa assim?
Existe um ditado popular que diz: “Quem planta vento colhe
tempestade”. E é exatamente o que colhemos hoje. A responsabilidade é do
Governo do Estado? Sim, também é nossa. E ninguém pode dizer que não tem nada a
ver com isso.
A violência está nas escolas, na falta de punição, e quando
me refiro a punição, não falo em castigo, falo em sofrer consequência por ter
desobedecido a regras. E a vida é assim. E com essa falta de punição, a violência
tem crescido cada vez mais.
Policiais e educadores mal remunerados é o início de tudo,
mas a falta de ética e moral faz com que a coisa aumente cada vez mais e falo
mais por parte de policiais, pois professores podem ter uma parcela de culpa
também, mas é uma parcela irrisória e que nesse contexto se torna irrelevante.
De acordo com a história, sabemos o que a imposição de
regras e a ditadura militar nos causaram uma revolta por parte da juventude
cansada do massacre e da imposição de regras exageradas. Não construímos nada a
ferro e fogo. É só conhecer a história. E o povo que não conhece a sua história
está condenado a repeti-la. E não é que é mesmo!
E quem a conhece sabe aonde a ditadura levou, a mortes e
exílios sem cabimento e isso não se diz só ao Brasil, mas a questão agora é
“aqui e agora”. Uma coisa que eu sempre vou debater é com relação ao Estatuto
da Criança e do Adolescente, em que se prioriza mais direitos que deveres, como
disse Luiz Claudio Tavares num texto publicado no site de Luis Nassif: “O
Estatuto prioriza direitos em detrimento dos deveres” e vale a pena ser lido. E
esse é um problema que está causando sérias consequências a
professores/educadores e a policiais, pois se não ensinamos que a regra existe
e deve ser seguida e se não punimos a criança e o adolescente pela
desobediência de uma regra o futuro será sem os limites mínimos para a
convivência pacífica em sociedade. Assim, se os pais e a escola não ensinam,
funciona o velho jargão: a vida ensina a respeitar.
Mas a vida, que muitas vezes ensina de forma errada, como é
o caso do policial que ainda acredita que a violência é a solução para toda a
violência. Há aqueles que acreditam que a Rota, aquela da época das campanhas
de Paulo Maluf, é que vai resolver o problema e que bandido bom é bandido
morto. Mas quem são os bandidos?
Existem bandidos que são tão marginalizados que se revoltam
contra uma sociedade e acabam descontando suas revoltas em qualquer pessoa
exatamente pela falta de regras e limites, colocando fogo em índio, por exemplo.
Existem bandidos que não têm o mínimo para uma vida digna, nem o alimento e
para colocar um prato de comida para sua família, muitas vezes acabam
assaltando e até matando, por puro desespero. Existe aquele que tem o vício e
não pensa nem por um segundo, em matar para conseguir suprir a sua dependência
química. Existe aquele que se acha poderoso e impõe as regras que acredita ser
melhor do que a estipulada pelos conceitos sociais e são contra o sistema,
assim, acreditam que estão acima de tudo e de todos, como é o caso de muitos,
inclusive policiais. Existem os que matam por poder.
Mas, todos esses tipos de violência têm a causa, que foi a
falta de limites impostos por sociedade que não é capaz de gerar cidadãos
conscientes e capazes e com uma perspectiva futura. Claro que existem casos a
parte, antes que alguém diga que existem aqueles que são maus e devem morrer,
mas esses não são a maioria e para eles há, ou deveria haver instituições
próprias para tratamento.
Mas tudo isso seria o ideal, não é mesmo? Demagogia e muito
“papo furado”, a única coisa que resolveria todos os problemas e que cabe a
cada um de nós é a educação e o respeito a todo o ser humano, seja pela sua
opção sexual, religiosa, política ou qualquer outro tipo. Educação e respeito
são fundamentais. O que falta nas pessoas é bom senso e cabe outro ditado: “nem
tanto ao mar e nem tanto a terra”.
Regras existem e devem ser seguidas e quando não são deve
haver uma punição, sócio-educativa. O papel que o ECA desempenha hoje nas
escolas é um papel mediador, o que pode ser muito válido, mas só isso não
basta, tem que haver uma forma de punição. Assim, como somos punidos quando
estacionamos em local proibido ou andamos acima da velocidade permitida. E o
papel da escola é ensinar que a vida pune quem acredita que pode fazer ou falar
o que quiser sem responsabilidade e limite.
Não podemos mais esperar o Governo decidir como e quando
investirá na educação do nosso País, temos que agir. Assinem e compartilhem
para que não precisemos mais da boa ação governamental Dilma Tudo Para Educação
domingo, 11 de novembro de 2012
Vamos compartilhar!
A nossa educação pede socorro e estamos empenhados, junto a Presidente Dilma, no investimento de 100% dos royalties do Petróleo para nossa educação. É o investimento certo e seguro para a evolução do nosso Brasil. Assinem, compartilhem, twittem #DilmaTudoParaEducação
http://petition.avaaz.org/po/petition/Dilma_Tudo_para_a_Educacao/?fsTeHdb&pv=0
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Educação Futura? É o que precisamos!

Visite nossa página no facebook: Educação Futura
Em uma democracia, o instrumento mais importante de participação dos cidadãos na vida política é, com certeza, oProjeto de Lei de Iniciativa Popular, através do qual eles podem atuar publicamente na criação das normas que os regem. É um mecanismo simples, que permite a qualquer um propor mudanças no funcionamento da estrutura sócio-política do país.
Foi assim que nasceu, por exemplo, o famoso projeto da Ficha Limpa, uma iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; eles conceberam a ideia de impedir que políticos envolvidos com a Justiça pudessem alimentar futuras candidaturas.
Visite nossa página no facebook: Educação Futura
Foi assim que nasceu, por exemplo, o famoso projeto da Ficha Limpa, uma iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral; eles conceberam a ideia de impedir que políticos envolvidos com a Justiça pudessem alimentar futuras candidaturas.
"Como educar cidadãos para um século que, segundo o historiador inglês Eric Hobsbawm, talvez não seja tão mortífero quanto o anterior, que assistiu a duas grandes guerras, mas que já se anuncia turbulento?
Como preparar crianças e jovens para enfrentar – e quem sabe melhorar – uma sociedade desigual e polarizada, com ricos cada vez mais ricos e competitividade crescente?
O que fazer para que a geração que hoje freqüenta os bancos das escolas aprenda a proteger o planeta?
Qual a melhor maneira de mostrar a esses jovens, habituados a relações virtuais, o quão valioso é o contato físico, o olho no olho?"
Os parlamentares do Rio e do Espírito Santo pressionam pelo veto ao projeto que contraria os interesses dos chamados Estados produtores de petróleo. Na próxima semana, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), vai enviar o projeto aprovado para sanção ou veto da presidente, que terá o prazo de 15 dias úteis para tomar a decisão.
Não podemos permitir que isso aconteça: Compartilhe nosso protesto que será uma petição em breve, compartilhe nossa página no facebook: Acesse nossa página
Assinem as petições veiculadas ao petróleo, a soma de todas fará a diferença:
Ceticismo não é ateísmo. Seja cético!
O Ceticismo é a doutrina do constante
questionamento. O termo Ceticismo é de origem grega e significa exame. Seu
fundador foi Pirro, no século IV a.C.. Pintor nascido no Peloponeso, não deixou
nenhum escrito filosófico sobre o assunto, mas desenvolveu um grande interesse
por filosofia, o que o levou a fundar uma escola filosófica que garantiu sua
reputação entre os contemporâneos. http://www.infoescola.com/filosofia/ceticismo/
O termo ateísmo,
proveniente do grego
clássico ἄθεος (transl.: atheos), que significa
"sem Deus", foi aplicado com uma conotação negativa àqueles que se
pensava rejeitarem os deuses adorados pela maioria da sociedade.
Ateísmo, num sentido amplo, é a rejeição ou
ausência da crença na existência
de divindades e outros
seres sobrenaturais. O ateísmo é contrastado com o teísmo, que em sua forma mais geral é a crença de que existe pelo menos uma
divindade. Num sentido mais restrito, o ateísmo é precisamente a posição de que
não existem divindades. http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo
Baseada nas duas definições, percebemos que muita gente
confunde as duas ideias. Ter uma crença em um deus e ser cético são coisas
completamente diferentes. Para desenvolvermos a ciência, a tecnologia e tudo ao
nosso redor que foi criado pelo homem tiveram que ter uma pontinha de
ceticismo. Quando perguntamos o porquê de determinada coisa, estamos
desenvolvendo nosso pensamento crítico e estamos aguçando nossa curiosidade.
Muitos cientistas, apesar de muitas pessoas acharem que sim,
não são ateus. Simplesmente, eles são céticos e estão em busca de respostas,
como todos nós. Você crer em um ser e acreditar que foi ele o criador do
Universo não faz você deixar de questionar o porquê e nem como nosso Universo
foi criado ou gerado. Sempre teremos perguntas e sempre haverá perguntas sem
respostas. E mais ainda, sempre haverá algo inexplicável que inexplicavelmente
chamaremos de deus. A busca a um deus também é a busca a respostas.
O cientista não tem como provar a existência de um deus, por
isso é cético, mas o fato de não saber o que é e nem como aconteceu não quer
dizer que deus ou qualquer coisa sobrenatural não exista, quer dizer
simplesmente que não se sabe ou que não se tem explicação.
Por isso, você ser cético é importante, muito importante,
pois abrirá as portas do seu conhecimento. Quanto a crer ou não em um deus, é
uma questão pessoal e temos que respeitar a escolha de cada um, não é mesmo?
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