FÍSICA SEM EDUCAÇÃO

A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.
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sexta-feira, 9 de março de 2012

Vamos pegar uma onda com a Física?



Você gosta de pegar uma onda? Para surfar, o nosso litoral está repleto de praias com ondas maravilhosas para esta prática, Ubatuba no litoral norte, é um bom exemplo entre tantos. Mas você sabe do que depende as ondas? Como escolher uma praia adequada para esta prática?
Ao analisarmos uma praia levamos para melhor praticar o surf, levamos em conta três fatores:
1)Condições do vento, quanto mais vento melhor.
2) O encontro das ondas, ou melhor, a superposição delas.
3) E a forma do litoral, sim isso mesmo.
Vamos explicar melhor tudo isso para ajudá-lo a praticar ou a começar a praticar o surf, afinal de contas é um esporte maravilhoso.
O vento é o principal fator, pois, o atrito com a superfície da água faz ondas mais volumosas. Quanto mais vento, mais ondas.

Também temos outro fator que é o encontro de duas ou mais ondas, a superposição delas, assim uma onda interfere na outra e quando essa interferência se torna construtiva, elas se somam, formando uma onda maior, assim essa interferência é construtiva. Mas quando as duas se encontram e forma uma onda cada vez menor, é uma interferência destrutiva, afinal uma está aniquilando à outra, e se isso acontecer pode dizer adeus ao seu surf, pelo menos naquele momento.



Mas, quando nos referimos à forma do litoral, estamos falando das barreiras que ele proporciona, assim, quanto mais obstáculos a onda bater, menor energia e menor energia onda menor, quando o litoral é “livre” (poucos) de obstáculos a onda vai adquirindo energia suficiente para forma uma onda digna de um belo surf, claro que tudo isso somado ao vento e ao encontro dela, não podemos esquecer os outros fatores.
O Havaí é famosíssimo para a prática do surf. Os surfistas profissionais, em geral sonham em ir surfar lá. Porque só os profissionais? Todos eles sonham claro, mas para surfar lá tem que ter muita prática e assim como na matemática e na física, a prática leva á perfeição, ao profissionalismo.


O Havaí possui um litoral sem muitos obstáculos, com um vento legal e as ondas se sobrepõe de uma maneira perfeita, que faz com que formem ondas daquele tamanho. Mas, enquanto você não se aventura nem a praticar o surf e muito menos no Havaí vale à pena conhecer um pouco da física por trás disso e se deliciar com as maravilhas da prática do surf.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Ouçam quem tem ouvidos para ouvir!



Independente de você ouvir ou não o som existe e é uma forma de energia, fisicamente falando, sons são as vibrações dos objetos, por exemplo, ao tocar uma guitarra o som que sai dela é feito pela vibração das cordas que chamamos de objeto.

Mas para que o som seja ouvido de uma maneira mais ampla precisamos de algo maior, como uma caixa de ressonância, não é o amplificador, no caso a guitarra ou qualquer instrumento de corda (violão, violino, contrabaixo etc.).

A nossa caixa de ressonância (instrumento musical) irá produzir uma perturbação no ar e essa perturbação tem forma de ondas, ondas sonoras. Se quisermos um som mais alto aí sim, utilizamos um amplificador que aumenta ou amplia a freqüência do som, ou melhor, a vibração do som.

Agora vamos tentar entender seu pai, mãe ou qualquer pessoa mais velha que reclama constantemente do seu som. Por que esse som incomoda tanto? Por que são chatos? Não, coitados! E a física vai te explicar o por quê.

Quando somos jovens podemos escutar sons mais altos, pois a capacidade auditiva dos nossos ouvidos atende a freqüências que variam entre 20 a 20 000 Hertz. Então ouvimos tanto sons mais altos sem nos incomodar tanto, quanto temos uma capacidade auditiva maior para sons mais baixos também.

Mas à medida que envelhecemos a nossa capacidade auditiva diminui principalmente nas altas freqüências (sons altos), então os sons perturbam ainda mais nossos ouvidos.
 As ondas sonoras possuem uma velocidade bem menor do que a da luz, mesmo por que nada viaja mais rápido que a luz, pelo menos por enquanto. Mas, voltando ao nosso som, ele tem uma velocidade de 330 metros por segundo (330 m/s), só que esse valor pode variar dependendo das condições do vento, da temperatura e da umidade. Assim dá para entender porque tem horas que estamos falando no celular e a ligação “falha” no meio da frase e geralmente seu amigo está contando algo super interessante. Dá uma raiva não é?

 Eu sei! Então se quiserem conversar melhor no celular tente fazer num dia quente e seco, pois o som vai se propagar melhor e mais rápido do que no frio.
Agora voltando ao som ensurdecedor do seu quarto. Imagine os seus pais, além de ouvir aquela música que eles, com certeza detestam, é ouvi-la toda alterada. Afinal de contas, paredes, pisos ou forro não são bons refletores e o som sofre alterações e a isso damos o nome de reverberações. Ao contrário do interior do seu quarto, onde o som estará soando bem “cheio” e vibrante. Aliás, esse é o motivo pelo qual adoramos cantar no chuveiro.
Num auditório ou show temos que encontrar o equilíbrio exato entre as múltiplas reflexões que ocorrem, reverberações. O estudo das reverberações e as absorções do som a física deu o nome de ACÚSTICA.

Meu irmão, Aléxis Gallucci no show da sua banda Pastore (meu irmão, toca bem e eu tinha que fazer a propaganda né!), agora imaginem os ensaios! \oo/

Por isso, se for se apresentar num palco ao invés do chuveiro ou do seu quarto coloque atrás do palco superfícies altamente refletoras com os cálculos matemáticos da parábola, para direcionar o som à platéia. E se estiver no seu quarto, ensine ou aprenda a usar a parábola também para direcioná-lo no sentido inverso. Seus pais vão adorar a idéia. Não lembram como se calcula? Acessem o link abaixo e aprendam...