Uma das maiores dificuldades da educação brasileira é tirarmos os meninos das ruas e das drogas. Esse é um texto de Pedro Magnus e expressa muito bem esse problema. Gostaria que lessem, comentassem e divulgassem...
Um dia desses, estava em uma dessas conversas sérias mas informais. O tema era
legalização das drogas e me coloquei a favor, argumentando que a guerra contra o trafico
era coercitiva, e custava muitas vidas e dinheiro publico em algo que não iria acabar. Como
resposta, me disse que poderia sim acabar se fosse do interesse dos políticos, como foi
com as UPPs. Parei um pouco para pensar e antes que se vangloriasse da vitoria, respondi:
"Bom, é verdade, mas dependeria de mais do que a boa vontade de políticos honestos e
compromissados. Precisaria também que os fiscalizadores da lei, os policias, não se
ém que ninguém mais quisesse usa-las, para não plantarem em casa para si mesmos e
acabarem vendendo para os amigos do curso de humanas. Ou seja, alem dos legisladores,
deveríamos contar com a vontade dos fiscalizadores e principalmente dos usuários, só
assim acabaria com a guerra ao trafico sem legalização. Acha isso provável?"
O debate acabou por ai mas me levou a reflexão sobre um tema importante em debates de
legalizações e proibições, que frequentemente ficam de lado: a natureza humana e o
funcionamento do mercado.
O ser humano, independente da crença, visão e politica que segue, quer uma coisa, ser
feliz. E felicidade não é nada senão conseguir o que se deseja, saciar suas próprias
necessidades. É da própria natureza humana querer o lucro, querer levar vantagem e se dar
bem em tudo. No entanto podemos divido-los em dois grupos, os que se importam em não
ferir terceiros para atender seus objetivos e os que não se importam ( geralmente aqui se
encontram os políticos ).
O mercado atua, entre outras coisas, com um principio básico: a lei da oferta e demanda.
Se existe uma demanda, uma necessidade a ser atendida, uma hora ou outra, vão aparecer
pessoas querendo satisfazer essas necessidades, surgindo a oferta. O comercio de drogas
nunca vai acabar porque provavelmente sempre haverão pessoas querendo consumir a
droga e consequentemente haverá quem sacie essa vontade. Paulo Martins tem razão
quando diz que a proibição não vai ajudar em nada o problema das drogas e sim acabar
com a sua cultura ( ou seja, sua demanda ).
Agora, vejamos como resolver o problema: Legalize as drogas e diminua o estado.
Legalizando as drogas, se acaba com o poderio dos traficantes, quem quiser entrar nesse
mercado o fará legalmente, sem coerção, sem cometer crimes. Diminua o estado, o que
acaba com a chance de políticos corruptos se meterem nisso querendo levar alguma coisa
em cima. Não existe magica, a natureza humana é essa, enquanto existir uma forma de se
dar bem, mesmo que por cima de outros, existira alguém para fazer.
É preciso mente aberta para compreender os problemas do mundo e dar a solução.
FÍSICA SEM EDUCAÇÃO
A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.

sábado, 28 de setembro de 2013
domingo, 22 de setembro de 2013
Você já entendeu o que é antimatéria?
Muitas vezes nos deparamos com coisas na física que são inexplicáveis e abstratas. Coisas que vão além da imaginação, mas que podemos, com muita imaginação, entender. Tente!
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
As (des)igualdades na ciência
Ao ler esse artigo me deparei com minha própria realidade. E me vi tentando o mestrado em física, tentando ganhar um nome e sendo mãe, dona de casa, pai, professora entre outras coisas. É complicado, mas não desisti...Adorei o texto!
Gênero e (des)igualdade na ciência
Gênero e (des)igualdade na ciência
"Todo mundo concorda que não existe sentido no argumento ‘homem é melhor do que mulher’, certo? Se você discorda, nem se dê ao trabalho de ler esse texto. Caso contrário, te convido a pensar comigo em possíveis fatores que levaram a situação da mulher na ciência (mais especificamente na física) nos dias de hoje.
Não sou nenhuma especialista no assunto e para ser sincera nunca tinha parado para pensar seriamente nisso até resolver escrever esse texto, mas sempre que me perguntavam se eu já tinha sofrido algum tipo de preconceito por ser mulher na física, eu sempre respondia prontamente que não. Mas esses dias aconteceu uma situação boba e que já tinha acontecido antes, no entanto a diferença é que dessa vez eu já havia lido um tanto sobre a situação das mulheres na vida acadêmica e estava com isso na minha cabeça e pensei “aaaaaah, era disso que eles estavam falando então!”. Resumindo a história, eu tinha uma reunião e um seminário para assistir, e posteriormente eu iria a um aniversário e não daria tempo de passar em casa. Como qualquer mulher faria, pensei em ir mais bem arrumada e maquiada, mas logo que me troquei e ia sair de casa me senti desconfortável. Pensei, “cara, não dá pra ir assim pra física!”. E foi nesse momento que passou um monte de coisas na minha cabeça para tentar entender porque eu me senti daquela forma. Parece idiota mas acho que tem muito mais coisa por trás e é uma situação mais frequente do que imaginamos. A verdade é que eu acho que é tão comum que nem paramos mais para pensar."...
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