FÍSICA SEM EDUCAÇÃO

A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

“Como as democracias morrem”


Esse será um último apelo aos eleitores...

                         Cartunista Washington Post edição de hoje...

Steve Levitsky, cientista político norte-americano e professor em Harvard University, analisa o perfil do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro e mostra o porquê ele representa uma ameaça à Democracia Liberal no Brasil.


Levitsky está envolvido em pesquisas sobre a durabilidade dos regimes revolucionários, a relação entre o populismo e o autoritarismo competitivo, problemas de construção partidária na América Latina contemporânea, e o colapso do partido e as suas consequências para a democracia no Peru.

Ele é autor do livro “Como as democracias morrem”, em que realiza uma análise crua e perturbadora do fim das democracias em todo o mundo.
Para ver o vídeo com a declaração clique aqui

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Planos de governos dos candidatos para a educação, tirem suas conclusões!

 




Cada plano de governo é público e basta a consulta, eu peguei os resumos do site Brasil de Fato. É importante para o educador, antes de qualquer coisa, analisar cada um e ver qual condiz mais com a realidade em que estamos vivendo. Eu espero que com essa polarização os professores tenham criticidade e discernimento para decidirem o melhor, independente da ideologia.
                                         
                                                                Vídeo

O programa de governo de Fernando Haddad, candidato pelo PT e ex-ministro da Educação durante os governos Lula, defende a revogação da EC 95, com o objetivo de elevar o financiamento público da educação e “visando progressivamente investir 10% do PIB em educação, conforme a meta 20 do Plano Nacional de Educação”.
Para a educação básica, Haddad propõe a implementação de “uma forte política nacional de alfabetização” bem como “promover a inclusão digital e tecnológica das crianças”. O programa de governo petista defende ainda ampliação da oferta de educação em tempo integral, a criação de uma “política nacional de valorização e qualificação docente”, a garantia do Piso Salarial Nacional e a implementação de uma Prova Nacional para Ingresso na Carreira Docente, além da retomada dos investimentos na educação rural, indígena e quilombola.
                                        
                                             Vídeo
O plano de governo apresentado pelo candidato do PSL, Jair Bolsonaro, propõe a modificação dos conteúdos programáticos trabalhados da educação básica, com “mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce”. Ainda em relação ao conteúdo, o candidato defende “expurgar a ideologia de Paulo Freire”, patrono da educação no Brasil. Propõe um modelo de educação superior voltado para o atendimento das demandas do mercado. O programa não aborda as formas de financiamento do setor. O candidato da extrema-direita votou favorável à EC 95.

sábado, 8 de setembro de 2018

A Escola subversiva - Parte II





Ouço muita gente, inclusive professores, criticar o governo Lula. Ele não foi perfeito, afinal nenhum ser humano é, mas fico pensando no que ele passou para se tornar hoje um dos maiores presidentes que o país já teve. E isso não é uma propaganda política, mas uma reflexão, pois independente do que pense do ex-presidente ele é assim considerado.
Assisti ao documentário que foi colocado num post anterior que conta a história de uma escola criada e incentivada pelo governo, na década de 60, uma escola experimental, mas que ia muito além de tudo que conhecemos hoje na educação, pois ensinava o aluno a ir além de suas disciplinas impostas, ensinava-o a pensar.

Fonte: Tá na Lousa
Quando a ditadura foi instaurada, essa nova forma de educação foi destruída, o que era óbvio: o povo não precisa aprender a pensar, somente obedecer, por isso ainda temos vários resquícios dela ainda hoje. A sua tendência libertária era um problema para aqueles que estão no poder e, o mais incrível de tudo isso, ainda existem professores que criticam o método, inclusive as teorias de Paulo Freire, pois ainda estão arraigados ao sistema tecnicista e, ouso dizer, colaboraram e colaboram muito para o fracasso da educação hoje. Claro que existem mais fatores que contribuíram, mas esse foi um fator que poderia ter mudado os demais, como a questão da baixa remuneração.
Fazendo uma comparação do sistema atual de educação com o sistema político, fico imaginando o quanto é frustrante ser um presidente. Afinal, eu, como professora, vejo uma situação bem parecida dentro da escola. Quando um professor traz novas ideias que possibilitam ao aluno ir além do que o sistema é imposto, muitos dos próprios colegas de trabalho o desmotivam e até o sabotam. Muitos professores, gestores, supervisores etc. ainda insistem na tendência tradicional, sendo que depois dela tivemos várias tendências educacionais progressistas, com ideias e propostas que levam ao aluno a descoberta de seus próprios caminhos, democraticamente. Isso, no entanto, é sempre renegado e impossibilitado de ser posto em prática, por causa do viés conservador, o que é extremamente frustrante para os verdadeiros educadores. Isso dentro de uma escola, imagina como seria com relação a um país.

Fonte: Tá na Lousa
Os professores, por mais libertários e motivados que sejam acabam tendo que abrir mão de diversas coisas para conseguir levar adiante a ideia a qual acreditam, isso quando não desistem no meio do caminho pela série de frustrações e desmotivações, como dito acima, inclusive dos próprios colegas de trabalho.  Para terminar, apesar de todas essas críticas, ainda acredito que as coisas podem mudar através da conscientização e conhecimento e ela se fará principalmente através do professor, quando ele tiver consciência do quanto foi e está sendo manipulado por esse sistema. A mudança pode começar quando os professores começarem a colocar em prática a mudança.



Essa escola foge completamente dos padrões educacionais, muito interessante:




sexta-feira, 7 de setembro de 2018

A escola subversiva






Ginásio Vocacional Oswaldo Aranha São Paulo 1969




Documentário sobre a experiência dos ginásios Vocacionais, pioneiros na educação pública brasileira, instalados nos anos 1960 em São Paulo, idealizados pela educadora Maria Nilde Mascellani, visando trazer pensamento crítico e realidade para sala de aula.


Assista aqui, vale a pena!!!

E como funcionava o sistema de ensino?

Veja aqui

domingo, 2 de setembro de 2018

Oligarquia milionária parece querer um Brasil de analfabetos




"Pra quem não sabe sou professora de matemática e ganho 11 reais por aula em uma sala com 40 alunos = 240 alunos por dia pra dar atença e acompanhamento x 6 aulas ganho no máximo 66 reais ao dia x 22 dias 2452. Preparo aula, corrijo prova, lanço notas, faço relatórios de evolução dos alunos, lanço notas no sistema e tudo isso sem receber, pois essas atividades estão fora desse horário que recebo as aulas.
Não pagar o professor e este dele exigir mais comprometimento sem perceber que este professor escravo não liberta ninguém.
O projeto de educação no Brasil nos querem massa de manobra, mas resistiremos!
Não desisto da educação e de semear esperança!"