FÍSICA SEM EDUCAÇÃO

A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Nojo do Cláudio Humberto, jornalista do Band News


    

        Essa onda conservadora que vem assolando o país está muito além de conservadorismo, beira a irracionalidade. Atacam-se ideias, opiniões e, principalmente, pessoas sem sequer terem a decência de se informar a respeito.

       Ontem foi o dia dos professores. e além de não recebermos nenhuma homenagem digna de nossa profissão somos constantemente atacados por uma mídia golpista que insiste em passar a impressão de que, ou somos culpados pelos males do país ou somos sacerdotes e sacerdotisas e, por isso, devemos acolher a todos e todas da sociedade e resolver os problemas sociais do país, que deveria ser competência do governo federal.

      
      O jornalista da Band News, Cláudio Humberto, põe a culpa das mazelas do país na nossa conta, vomitando absurdos como estes: que os professores ganham muito bem, são vagabundos e têm muitas regalias. Não é exagero!

      O país está quebrado e falido por culpa dos políticos, não de professores e as malandragens, são feitas no Congresso e no Senado, pois professores não ganham casa, auxílios paletó  etc (inclusive o nosso presidente entende muito bem disso, já que viveu 23 anos exercendo a função de político no estado do Rio de janeiro e nunca fez absolutamente nada, a não ser ajudar a seus amigos e familiares).

        Caso de polícia são jornalistas que não fazem a mínima ideia do que falam e criticam uma profissão que nunca exerceram, nos difamando e caluniando. Professor ganha muito bem? Não corre risco de nada? Ele não lê jornais? Os seus comentários são tão absurdos que todos os professores deveriam se unir e processar esse senhor por tanta barbaridade.



Apesar de tudo desejo um Feliz Dia dos Professores




segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Não são os professores que estão doutrinando jovens. São os gurus de redes sociais.

"Queridos pais, os professores não estão transformando os seus filhos em massa de manobra para fins ideológicos. E também não estão instigando milhões de seguidores ao culto de suas personalidades. Não são eles que induzem os jovens ao vício em Internet para lucrar com o engajamento compulsivo em torno de seus conteúdos. Quem faz isso são os gurus e charlatões de redes sociais."

O texto de André Azevedo da Fonseca alerta sobre o que realmente está acontecendo. 

O texto na íntegra encontra-se no site do Universo Racionalista

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Professor, sindicato foi feito para tumultuar. E essa deveria ser a sua luta também!






Quando os sindicatos vão à luta e conseguem garantir o mínimo para o trabalhador, muitos esquecem que, se não fossem eles, ainda viveriam em situação de trabalho escravo. Muitos professores se esquecem dessa premissa e insistem em colocar todas as pessoas que servem aos sindicatos em um mesmo balaio de gatos. Concordo que muita coisa ainda há para ser feita, principalmente com relação aos sindicatos. Mas uma coisa é fato: se ninguém fizer nada, nada vai mudar. Vamos convir que a situação não está boa e que os professores e demais trabalhadores não estão satisfeitos. A obrigação daqueles que fazem parte da elite intelectual do país é conhecer história. Uma série de quatro vídeos que vale a pena assistir e repensar sobre alguns posicionamentos:

 “No começo era o caos. O trabalhador não tinha a quem recorrer. Como as ferramentas e as máquinas, eles também eram propriedade dos patrões. Isso não poderia durar para sempre. Alguém tinha de fazer alguma coisa. Até que surgiram as pequenas organizações que deram origem aos sindicatos. E é essa história que o Memória e Contexto vai contar. Memória e Contexto exibido em 30/01/2012 Tema: História dos Sindicatos.”







quinta-feira, 29 de junho de 2017

A história da educação se repete


Neste blog, tento colocar algumas informações que considero relevantes para o ensino, inclusive para a área científica. Muitas vezes, devido a tendência a escrever textos curtos, acabo “pecando” pela falta de detalhes, apenas pontuando uma tendência da nova geração de não gostar de textos muito longos, principalmente os mais jovens.
No post anterior, foi citado um artigo muito bom que fala sobre a história da desvalorização do professor e, para complementar, coloco alguns pontos que considero importantes para que os professores entendam o porquê de tantas lutas e, mais ainda, para que nunca desistam. Apesar de eu achar que muitos, diante do quadro que vem se alastrando, já desistiram.

Hoje o professor está atolado com várias atividades e muitos com aulas em diferentes colégios, o que fica difícil investir em suas carreiras, até por desânimo devido a tudo o que lhe é cobrado e à falta de valorização e motivação que conhecemos bem. Nem podemos recriminar os professores que estão nesse estado, afinal percebemos que os políticos e a sociedade, juntamente com a mídia, descriminam os docentes por desconhecer todo o contexto histórico e a realidade atual. Essa história vem desde a expulsão dos jesuítas, que foram os primeiros a fundar escolas no Brasil de forma humanística, mas ainda não popular. Vale ressaltar que não defendo a educação baseada na religião, pois defendo a laicidade do Estado.
 Marquês de Pombal inicia uma reconstrução, que estava mais para desconstrução, gerando um retrocesso para a educação e a cultura brasileira, como pode ler aqui , através do Alvará Régio de 28 de junho de 1759. Começa-se a falar em educação popular em 1822, como se pode ler aqui,  com a proclamação da independência e fundação do império, criando escolas primárias nas vilas e povoados e as secundárias nas mais populosas. Com a Carta Constitucional de 1824, tivemos os primeiros direitos e deveres com relação à educação, que determinava instrução primária gratuita a todos os cidadãos, outorgada por D. Pedro I.
Em 1937, a ditadura Vargas acabou fazendo a educação retroceder ainda mais, restringindo a autonomia do judiciário na educação. Mas, já com a Constituição de 1946, apesar de muito parecida com a de 1934, foi bem limitada, no sentido de construir uma sociedade democrática, onde o estado não tinha uma obrigação direta com a educação e com a população que se encontrava nas áreas rurais. Em compensação, mantiveram a gratuidade do ensino primário.
Com o golpe de 64, apesar de grandes modificações na sociedade e na economia, a única “novidade” na educação foi com relação à iniciativa privada, que passa a ter o amparo técnico e financeiro dos Poderes Públicos, inclusive com bolsas de estudo.
Tudo aponta, com tal reforma do antigo segundo grau para uma enorme tendência à privatização do ensino a partir da anuência do estado em repassar verbas públicas para as escolas privadas, inclusive com a delegação de utilizar o dinheiro público na terceirização de funcionários e até professores.

Ressalto aqui que esse é um assunto delicado e merece uma atenção especial, inclusive com a necessidade de uma grande reflexão de toda a sociedade. Para se informarem mais,   o site Conexão Cutuca tem mais informações de professores da USP e UNICAMP sobre o tema. Afinal, diante do quadro atual é importante conhecer o passado e fazer essa comparação. Como eu já disse antes: qualquer semelhança NÃO é mera coincidência. 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Nova escola, novo sindicato e nova realidade!


Sou professora licenciada em física, mas esse ano ministro aulas de matemática numa escola que adoro e de que tenho muito orgulho. A escola é situada na periferia da cidade de Atibaia e foi fundada há pouquíssimo tempo, fará 3 anos no segundo semestre. Apesar de recente,  tivemos mudanças significativas;  graças às gestoras, estamos conseguindo avanços que nunca tinha visto em qualquer outra escola. Nesses quase 10 anos em Atibaia já passei por muitas escolas, inclusive em cidades próximas. Estamos conseguindo, através da administração dessa escola, mudar a realidade de muitos alunos. Obviamente que não chegamos ao ideal, nem acredito que atingiremos a meta de 100%, mas não importa, estamos caminhando e conseguindo vitórias importantes.

Digo tudo isso porque, quando focamos num espectro muito amplo de uma realidade, é quase impossível mudá-la, pois diante de problemas muito amplos nossa capacidade de compreendê-los e resolvê-los fica bastante reduzida e, o que é pior, acabamos por nos  esquecer de tomar pequenas atitudes que fariam a diferença. 

Baseando-me nessa história que, tudo indica, terá um final feliz, resolvi expandir minhas ações e, através do exemplo da minha escola, percebi que podemos, através de pequenas ações em pequenos lugares reverter o macro, não a curto prazo, obviamente, mas é possível! 


Há uns dois meses recebi uma proposta para fazer parte de uma chapa da APEOESP. Titubeei, mas acabei aceitando, mesmo não tendo ideia de onde estava entrando, pois, apesar de sindicalizada, nunca fui atuante e, assim como muitos professores, tinha uma opinião pré-concebida a respeito de sindicatos. Mas, já que era para ser oposição do que está aí não pensei duas vezes.
Fui conhecer o grupo para o qual fui convidada para fazer parte e traçamos o objetivo: honestidade, transparência e atuação perante a nossa classe já tão fragilizada. Decidimos que faríamos um sindicato que realmente funcionasse e representasse o professorado da região. Percebemos que não adianta tentar mudar o todo, o sistema; para que isso um dia mude precisamos começar a mudar o pequeno espaço em que vivemos através de ações efetivas; que é possível fazer diferente e que, se cada um agisse assim, poderíamos, num futuro não muito longínquo, ter uma sociedade melhor. Assim, a nossa chapa vai tentar fazer o melhor dentro de nossa região e independente das políticas que nos rodeiam, mostraremos, caso vençamos, que mesmo dentro desse sistema falho (para não usar uma palavra mais agressiva) podemos fazer diferente. A nossa chapa acredita que o bem prevalece sim e lutaremos por isso!


Deixo por fim um trecho de um artigo de Marilena Chauí que explica bem por que temos sindicatos e por que temos que lutar para mudarmos isso e o motivo pelo qual aceitei o convite para ser candidata pela Chapa 3, Nova Apeoesp:

... "a marca da democracia moderna, permitindo sua passagem de democracia liberal a democracia social, encontra-se no fato de que somente as classes populares e
os excluídos concebem a exigência de reivindicar direitos e criar novos direitos. Isso significa, portanto, que a cidadania se constitui pela e na criação de espaços sociais de lutas ( os movimento sociais, os movimentos populares, os movimentos sindicais) e pela instituição de formas políticas de expressão permanente ( partidos políticos, Estado de Direito, políticas econômicas e sociais) que criem, reconheçam e garantam direitos." 





quarta-feira, 6 de maio de 2015

Em Julho Encontro USP Escola



Convido a todos os professores a uma semana de eventos ...


Cursos gratuitos  voltados a professores do ensino fundamental e médio na ativa.
Os cursos serão ministrados de 13 a 17 de julho , TODOS OS DIAS, das 8 às 17h. Favor escolher apenas um e aguardar seleção para a vaga.
HÁ CURSOS PARA EXATAS, HUMANAS E BIOLÓGICAS. VEJAM NA DESCRIÇÃO: http://portal.if.usp.br/extensao/node/386 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Professor é a ponte entre a família e a sociedade






Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, parabeniza todos os professores 



Acesse o vídeo do Ministro Renato Janine parabenizando os professores


Uma ênfase a essa frase do nosso ministro para os professores:

"Não só nascemos precisando de pai e mãe, mas de uma sociedade inteira, o professor tem esse papel, é essencial nessa formação de assuntos que a pessoas dominam, conhecimentos que adquire, mas sobretudo na capacidade de viver e na capacidade de lidar num mundo que não é fácil. Nosso mundo tem muitas dificuldades e muitas hostilidades, lidar com essas hostilidades, com a violência, com a agressão e a ganância é a verdadeira aventura que todos nós, seres humanos, temos que praticar, e nisso a contribuição do professor é essencial, pois o professor faz a passagem entre a família e a sociedade"

domingo, 26 de abril de 2015

Encontro de Professores na USP

Gostaria que divulgassem o Encontro USP:

"Instituto de Física promove décima edição do Encontro USP-Escola
Publicado em Educação por Redação em 23 de abril de 2015 |
A Comissão de Cultura e Extensão do Instituto de Física (IF) da USP promove entre os dias 13 e 17 de julho o décimo Encontro USP-Escola, projeto inovador no campo da formação e atualização de professores.
Um dos diferenciais da iniciativa é o envolvimento direto dos docentes da rede pública de ensino na organização das atividades, desde a escolha da temática das palestras, sugestão de cursos até a preparação das oficinas e aulas nos laboratórios. Tudo é discutido em reuniões mensais do GT USP Escola que antecedem aos encontros. São mais de 60 professores envolvidos na preparação das atividades.
Nessa edição do evento, além dos cursos que já faziam parte do projeto – microscopia instrumental; física ótica; tecnologia da informação e comunicação em ambientes educacionais; história da ciência; contextualização do ensino de química e espaços culturais em saúde nas escolas: aprendizagem ativa -, serão oferecidos cursos novos da área de humanidades, como artes visuais, museus e escolas; educação midiática e práticas educomunicativas; ensino da língua portuguesa; material didático em inglês: foco no ensino da escrita e utilização de recursos audiovisuais em sala de aula.
Ao longo dos anos, estima-se que os Encontros USP-Escola tenham impactado diretamente mais de 200 mil alunos das escolas nas quais os professores lecionam, considerando-se a carga horária média e o número de alunos que eles têm por turmas. Nas duas edições de 2014, foram mais de 1.200 inscritos, o que demonstra o grande interesse por cursos de formação e atualização que dialoguem diretamente com o trabalho desenvolvido em sala de aula.
O evento é gratuito e destinado a professores dos ensinos básico e fundamental. As inscrições serão abertas no dia 27 de abril, pelo site.
Com informações da Assessoria de Comunicação do IF

Mais informações: (11) 3091-6681" http://www5.usp.br/93186/instituto-de-fisica-promove-decima-edicao-do-encontro-usp-escola/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Professores vamos nos unir!





Diante de tudo o que vem acontecendo na educação durante todos esses anos percebi que as medidas que vem sendo feitas não andam resolvendo e, para falar a verdade, nem querem que ela se resolva. Diante disso resolvi criar um abaixo assinado, para que seja apresentado junto ao Ministério Público e esse realmente nos represente.


Abaixo segue o link do evento criado numa página do Facebook. Participe e compartilhe! Vamos nos unir para a construção de uma país melhor, a educação.

Clique aqui

terça-feira, 2 de julho de 2013

A verdadeira manifestação


Quando comecei o meu blog, a minha ideia era falar da física, que não conta com a ajuda da educação, pois os nossos políticos não investem nem na educação imaginem, na física. Como professora de física, sou uma classe em extinção no país e não me refiro somente à física, mas a todas as áreas da chamada ciências exatas, que hoje se chama, ciências da natureza, o que é muito certo, pois de exatas não possui nada, estão acabando.

Conforme fui tentando descobrir o motivo real pelo qual as ciências da natureza andam tão em decadência nos últimos anos (afinal, são as matérias que mais avançam, devido às tecnologias de pesquisa que se desenvolveram), então, cheguei a algumas conclusões, mas a mais importante e a que eu acredito ser a mais importante é que o brasileiro nunca se importou com a educação pública, embora, na realidade, seja a educação a responsável por que tudo, absolutamente, tudo funcione.
Os serviços básicos que, a meu ver, são obrigações do nosso Estado - segurança e saúde, por exemplo - são os que mais dependem da educação. E sabe por quê? Não? Então, vamos lá: médico precisa de quem para se tornar médico? Policial precisa de quem para se tornar policial? A educação é a base de tudo isso. Ou seja, não desisti de lutar pela educação, muito pelo contrário, pois o país só crescerá no dia em que a população, em vez de lutar só contra corruptos, lutar também por reforma política e, principalmente, pela educação. Se tudo é importante, devemos lembrar que todos os avanços da sociedade dependem da educação, inclusive a ética e a cidadania.
Devíamos, também, lutar pela permanência de nossos cientistas no País, já que eles preferem ir para fora do Brasil ao invés de ficar na sua pátria, por falta de investimento governamental na área. E essa luta é árdua, porque precisamos convencer a todos, principalmente pesquisadores e professores, que cabe a eles mudar essa situação, através das salas de aulas ou da publicação de trabalhos ou na orientação a seus alunos na pesquisa e também na publicação de trabalhos. Só assim, a coisa passa a funcionar.
De que adiantaram greves e mais greves? De que adiantou o professor esbravejar, reclamar, falar mal, se dentro da sala de aula o ensino foi ficando cada vez mais fraco? Já disse isso uma vez e repito, nós, professores de escolas públicas, temos autonomia dentro de sala de aula, que escola particular nenhuma possui (com raríssimas exceções) e por que permitimos que a educação seja usada como massa de manobras eleitorais, má educação, quero dizer? Por que não mudamos isso e passamos a estimular nossos alunos a aproveitarem os estudos para usufruírem das bolsas e cotas e os estimulamos a lutarem pelo seu país e pela sua educação?
Ah! Muitos vão dizer que falta apoio dos pais. Concordo. Mas até quando vamos esperar apoio de pais que viveram os momentos em que a educação estava e ainda está em decadência? Ou seja, isso é um círculo vicioso e temos que quebrá-lo, pois está nas nossas mãos o futuro de cidadãos e eleitores, o futuro do país. Não podemos mais jogar a culpa no outro, temos que assumir isso e lutar pela única coisa que fará o Brasil progredir: a educação.

domingo, 16 de junho de 2013

Comece a ser um cineasta pelo Brasil!



A pouco tempo compartilhei um projeto onde eu, Mara Zumpano e com a orientação e colaboração do cientista político Antonio Roberto Vigne estamos realizando. Esse projeto não visa lucro, mas visa algo muito maior, que é o futuro de um país melhor.
Um amigo virtual,  João Paulo Freitas, que possui um site sobre Ciência e Teconologia está nos ajudando com a divulgação dele. E não só ele como várias páginas do Facebook. Citando algumas:

  A Educação é a Arma para Mudar o Mundo
Criar o Partido PEJUB
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Fundação Lemann
Ministério Público do Estado de São Paulo
Rede de Mobilização Social (RMS)
Amigoescola Campogrande
Sou Contra Aprovação Automática nas Escolas
Os vereadores de Atibaia: Paulo Jesus e Rodrigo Parras
A Revista Ciência Hoje
Entre outros...


Agora precisamos de apoio para colocar o projeto em prática e aos professores interessados, selecionei algumas dicas que peguei no site Escola do Minuto:

- Criar uma situação em sala de aula para desenvolver o estímulo de fazer essa atividade em vídeo;
- Intermedia/orientar para que seus alunos produzam o vídeo sozinhos;
- Pesquisa: Ensiná-los a pesquisar;
- Escolher um vídeo que você adora com coisas para compartilhar, transmitir uma paixão para o aluno;
- Comentar coisas no decorrer do vídeo ou filme escolhido, pausando, para que os alunos entendam o que é a linguagem áudio visual.

A melhor coisa a ser feita é prestar atenção aos detalhes do vídeo; Como a câmera está posicionada, a linguagem, o áudio, a trilha sonora para que você tenha algo a ser compartilhado com eles. Isso serve para para estimular, tanto no professor, quanto no aluno, a percepção áudio visual e pode ser feito com vários vídeos curtas também e comparar o vídeo longo (filme) e complexo e o vídeo de minuto, curto e simples.

O formato do minuto é simples, não tem roteiro, se falam de ideias. Essas ideias são mais simples, pode ser colocada fotos, coisas, natureza e em um minuto basta usar a criatividade. O primeiro pode ser com a câmera parada, sem nenhum tipo de movimento, apoiada num tripé. Pode ser com imagens aceleradas, de trás pra frente, pode ser feito com a presença de vários personagens, mesmo que todos seja um só, enfim, existem vários meios e a criatividade, junto com o conteúdo, é o que conta.

Lembre-se, o foco não é a sua escola e sim a educação. No site Escola do Minuto há um monte de dicas e você pode, além de se tornar um cineasta, colaborar para a educação política desse país. Construindo um Brasil melhor!


Acessem a página: Se liga na Parada: Debatendo Direitos e Deveres e comece a divulgar o seu vídeo. Obrigada!