Esse outro vídeo, de um amigo do Facebook, Gustavo Medeiros, também fala sobre isso e também indico que vejam
FÍSICA SEM EDUCAÇÃO
A única maneira de fazer o Brasil progredir é com educação, informação e caráter.

sexta-feira, 2 de junho de 2017
A influência dos Estados Unidos no Brasil e no mundo
No texto do dia 13 de maio, Esquerda, direita e democracia, que você pode ler aqui, eu falei sobre a influência americano e de como nossa cultura é influenciada, erroneamente, na cultura americana. Vale a pena ver!
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Nova Apeoesp – Na Escola e Na Luta!
Depois de
muita luta, elegemos a grande maioria da subsede da Apeoesp de Atibaia,
constituída pela Chapa 3. Agora começa realmente a nossa luta, que será
transformar a subsede num espaço realmente democrático e que vá ao encontro dos
anseios do professorado da região. Juntamente
com o grupo Na Escola e Na Luta esperamos promover cursos, seminários e
palestras com informações sobre leis e o funcionamento de um sindicato e os seus
bastidores, para que tenhamos um sindicato realmente democrático com a
participação de todos. Ah! E também diversão, afinal ninguém é de ferro!
Tudo isso
requer muito trabalho, afinal antes de qualquer coisa, precisamos motivar a
nossa categoria a participar realmente da vida de nossa associação e cobrar
seus representantes. O primeiro passo já foi dado. Temos pessoas comprometidas
com a educação e inovadoras, agora nos resta contagiar a todos para
participarem de reuniões e assembleias para decidirmos juntos quais medidas
deverão ser tomadas.
começar! Curta, participe e interaja com nossa página no Facebook
domingo, 28 de maio de 2017
Nova Apeoesp! Na Escola e na Luta!
Hoje foi a apuração dos votos aqui na cidade de Atibaia e queremos agradecer a todos que depositaram a confiança na Chapa 3 - Nova Apeoesp - Na Escola e na Luta
A luta começa agora e vamos transformar a subsede de Atibaia num espaço realmente democrático e para os professores.
Facebook: https://www.facebook.com/NovaApeoesp/
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Nova escola, novo sindicato e nova realidade!
Sou professora licenciada em física, mas esse ano ministro
aulas de matemática numa escola que adoro e de que tenho muito orgulho. A
escola é situada na periferia da cidade de Atibaia e foi fundada há pouquíssimo
tempo, fará 3 anos no segundo semestre. Apesar de recente, tivemos mudanças significativas; graças às gestoras, estamos conseguindo
avanços que nunca tinha visto em qualquer outra escola. Nesses quase 10 anos em
Atibaia já passei por muitas escolas, inclusive em cidades próximas. Estamos
conseguindo, através da administração dessa escola, mudar a realidade de muitos
alunos. Obviamente que não chegamos ao ideal, nem acredito que atingiremos a
meta de 100%, mas não importa, estamos caminhando e conseguindo vitórias
importantes.
Digo tudo isso porque, quando focamos num espectro muito
amplo de uma realidade, é quase impossível mudá-la, pois diante de problemas muito
amplos nossa capacidade de compreendê-los e resolvê-los fica bastante reduzida
e, o que é pior, acabamos por nos esquecer de tomar pequenas atitudes que fariam
a diferença.
Baseando-me nessa história que, tudo indica, terá um final
feliz, resolvi expandir minhas ações e, através do exemplo da minha escola,
percebi que podemos, através de pequenas ações em pequenos lugares reverter o
macro, não a curto prazo, obviamente, mas é possível!
Há uns dois meses recebi uma proposta para fazer parte de
uma chapa da APEOESP. Titubeei, mas acabei aceitando, mesmo não tendo ideia de
onde estava entrando, pois, apesar de sindicalizada, nunca fui atuante e, assim
como muitos professores, tinha uma opinião pré-concebida a respeito de
sindicatos. Mas, já que era para ser oposição do que está aí não pensei duas
vezes.
Fui conhecer o grupo para o qual fui convidada para fazer
parte e traçamos o objetivo: honestidade, transparência e atuação perante a
nossa classe já tão fragilizada. Decidimos que faríamos um sindicato que
realmente funcionasse e representasse o professorado da região. Percebemos que
não adianta tentar mudar o todo, o sistema; para que isso um dia mude
precisamos começar a mudar o pequeno espaço em que vivemos através de ações
efetivas; que é possível fazer diferente e que, se cada um agisse assim,
poderíamos, num futuro não muito longínquo, ter uma sociedade melhor. Assim, a
nossa chapa vai tentar fazer o melhor dentro de nossa região e independente das
políticas que nos rodeiam, mostraremos, caso vençamos, que mesmo dentro desse
sistema falho (para não usar uma palavra mais agressiva) podemos fazer
diferente. A nossa chapa acredita que o bem prevalece sim e lutaremos por isso!
Deixo por fim um trecho de um artigo de Marilena Chauí que
explica bem por que temos sindicatos e por que temos que lutar para mudarmos
isso e o motivo pelo qual aceitei o convite para ser candidata pela Chapa 3,
Nova Apeoesp:
... "a marca da
democracia moderna, permitindo sua passagem de democracia liberal a democracia
social, encontra-se no fato de que somente as classes populares e
os excluídos concebem a exigência de reivindicar direitos e criar novos direitos. Isso significa, portanto, que a cidadania se constitui pela e na criação de espaços sociais de lutas ( os movimento sociais, os movimentos populares, os movimentos sindicais) e pela instituição de formas políticas de expressão permanente ( partidos políticos, Estado de Direito, políticas econômicas e sociais) que criem, reconheçam e garantam direitos."
os excluídos concebem a exigência de reivindicar direitos e criar novos direitos. Isso significa, portanto, que a cidadania se constitui pela e na criação de espaços sociais de lutas ( os movimento sociais, os movimentos populares, os movimentos sindicais) e pela instituição de formas políticas de expressão permanente ( partidos políticos, Estado de Direito, políticas econômicas e sociais) que criem, reconheçam e garantam direitos."
sábado, 13 de maio de 2017
Esquerda, direita e democracia
Há uma manobra da mídia em distorcer conceitos, ainda mais
quando se referem a direita e esquerda no Brasil. Cada país tem sua definição,
digamos assim, do que seja, mas no Brasil a definição é clara e completamente equivocada
pela maioria dos brasileiros, principalmente aqueles que apoiam o liberalismo e
são fãs das políticas aplicadas nos EUA, já que nossa cultura se baseia,
erroneamente, neles. Para começar esquerda não é partido político, eles se
utilizam de algumas vertentes da esquerda para se posicionarem. O que é bem
diferente.
Quando comparamos países de primeiro mundo onde existem
menor nível de desigualdade social e violência, que é a isso que chamo de país
desenvolvido, percebo grandes equívocos. Países nórdicos, na maioria, com
políticas econômicas liberais, possuem uma assistência à sua população,
oferecem educação e saúde de qualidade e, portanto, índice de criminalidade
baixo. Mas o brasileiro, influenciado pela mídia americana, acredita que lá,
mesmo com altos índices de criminalidade e desigualdade social é um país
maravilhoso.
Quando nos referimos à esquerda então, os equívocos são
maiores! A esquerda no Brasil, que não estou me referindo a partidos políticos,
defende uma democracia social, bem diferente da democracia representativa a
qual estamos inseridos atualmente. Mas, para aqueles que não sabem do que estou
falando vou definir de forma bem simples e no final do texto colocarei o link
de um artigo definindo melhor o tal liberalismo defendido hoje por muitas pessoas
e partidos no Brasil e a definição de esquerda. Volto a lembrar que estou
falando da realidade brasileira, porque o liberalismo da Finlândia, por
exemplo, é bem diferente.
Democracia representativa é quando elegemos representantes
(deputados, senadores, vereadores...) para nos representar num congresso e
senado e votar por nós decisões que atingem a população.
Democracia social, defendida pela esquerda, defende que ao
invés de termos esses representantes o povo decidiria, por meio de votações,
quais seriam as melhores opções.
Para que uma democracia social seja implantada exigiria uma
educação (verdadeiramente) democrática e justa e isso exigiria boa vontade de
nossos “representantes” políticos, além disso teríamos que ter baixo índice de
desigualdades sociais, afinal um povo faminto não pensa em crise, trabalha, o
que o torna mais fácil de ser manipulado. Mas, com a reforma do ensino médio,
os altos índices de desemprego e, agora, a tal reforma trabalhista e da
previdência proposta isso aconteceria? Claro que não!
Os sindicatos, organizações e afins representam a voz do
empregador que muitas vezes são coagidos pelos seus patrões a aceitarem
condições desumanas de trabalho, por necessidade. Você pode até dizer que hoje
os sindicatos não nos representam mais, estão comprados e tudo mais, mas que
tal agir para mudar essa realidade? Ao invés de criticá-los passe a fazer parte
de um e participe para mudar essa realidade. Está na hora do povo se
conscientizar e lutar para que a única reforma que deve ser feita é para a
reforma da democracia, com a verdadeira participação popular. Vamos à luta! A
questão não é partidária!
Links:
Considerações sobre a democracia e alguns dos obstáculos à
sua concretização - Marilena Chaui http://recid.redelivre.ethymos.com.br/files/2011/11/Marilena_Chaui___Consideracoes_sobre_a_Democracia_1.pdf
http://www.finlandia.org.br/public/default.aspx?nodeid=39439&contentlan=17&culture=pt-BR
http://diplomatique.org.br/o-que-esta-por-tras-das-denuncias-da-globo-contra-michel-temer/
http://diplomatique.org.br/o-que-esta-por-tras-das-denuncias-da-globo-contra-michel-temer/
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